Seis brasileiros jogarão Copa do Mundo por outros países

13/06/2018

 

País com mais brasileiros sem ser a seleção brasileira, será a Espanha.

 


Tite treina com seus 23 jogadores que defenderão a seleção brasileira na Copa do Mundo da Rússia que começa nesta quinta-feira, 13. Apesar disso, não são apenas eles que levarão um pouco do Brasil para o torneio que será disputado na Rússia. Outros seis brasileiros garantiram vaga por outras seleções. 

O caso mais antigo e clássico é o de Pepe. O veterano zagueiro irá para sua terceira Copa defendendo as cores de Portugal. Natural de Maceió, Alagoas, o defensor se naturalizou português em 2007, quando ainda defendia o Porto.

O país com mais brasileiros sem ser a seleção brasileira, no entanto, será a Espanha. 

A equipe que demitiu Julen Lopetegui por conta de um acerto prévio com o Real Madrid faltando poucas horas para estreia no Mundial, conta com dois naturalizados: os atacantes Diego Costa e Rodrigo Moreno. 

Também presente na lista, Thiago Alcântara é um caso diferente. Ele nasceu na Itália e possui cidadania brasileira por ser filho do ex-jogador e tetracampeão Mazinho. Por causa disso, não entra na lista dos “naturalizados”.

Os outros dois representantes brasileiros vêm do Leste Europeu. Mario Fernandes se naturalizou russo e disputará a Copa do Mundo com a camisa da equipe da casa.

O último caso é de Thiago Cionek. Aos 32 anos, ele irá para a sua primeira Copa do Mundo com a camisa da Polônia. O zagueiro se naturalizou polonês no período em que atuou pelo Jagiellonia Białystok, entre 2008 e 2012.

 
Diego Costa – Espanha
 

Após muita polêmica pré-2014, Diego Costa resolveu aceitar a naturalização espanhola para ser convocado pela Roja a fim de disputar a Copa do Brasil, preterindo assim a Seleção Brasileira. Segundo o jogador, a escolha foi por quem sempre lhe deu oportunidade e demonstrou interesse desde o começo.

Apesar do fraco desempenho naquele mundial, o atacante apareceu bastante nas convocações espanholas durante as eliminatórias e estará na Rússia, provavelmente como titular no ataque da seleção.

 
Mário Fernandes – Rússia
 

Um dos casos mais inusitados da lista é o do lateral direito, que recusou por duas vezes a Seleção Brasileira para poder atuar pela dona da casa em 2018. Antes disso, já havia fugido das concentrações de São Caetano e Grêmio.

A expectativa é de que Mário seja titular na lateral direita russa na estreia contra a Arábia Saudita.

 
Pepe – Portugal
 
 

Nascido Képler Laveran de Lima Ferreira, o zagueiro chegou à Portugal aos 18 anos e atua pela seleção desde 2007. Já disputou os mundiais de 2010 e 2014 como titular e foi campeão, também como titular, da Euro 2016.

Na Rússia, Pepe deve estar entre os 11 iniciais novamente e será um dos líderes do selecionado luso.

 

 

Rodrigo Moreno – Espanha


O atacante do Valencia irá para sua primeira Copa do Mundo profissional na Rússia, mas já participou de várias nas categorias de base, já que participou de todas as seleções juvenis da Espanha, país onde desembarcou em 2003, aos 12 anos. 

Desde lá, já jogou pelo Real Madrid na base, Real Madrid C e Real Madrid Castilla, no profissional, antes de se destacar no Benfica.

Na Rússia, deve ser opção no banco para o ataque, sendo reserva direto de Diego Costa.


Thiago Alcântara – Espanha


Filho de Mazinho, o meio-campista poderia atuar por três seleções: Brasil, Espanha e Itália, seu país natal. Escolheu a roja após fazer sua base no Barcelona, clube pelo qual também se profissionalizou, em 2008, no time B. 

Já passou por todas as seleções espanholas de base e está na seleção principal desde 2011. Na Rússia, deve ser opção no banco, mas com certeza será um jogador muito utilizado por Julen Lopetegui.

 
 
Thiago Cionek – Polônia
 
 

O menos conhecido da lista. Thiago Cionek chegou à Polônia aos 22 anos para atuar pelo Jagellonia Bialystok, após passagens pelo Cuiabá e CRB.

Lá, o zagueiro se tornou ídolo e conseguiu a cidadania polonesa após a torcida de sua equipe criar um abaixo-assinado com 3 mil nomes, mesmo após sua transferência para a Itália, onde está até hoje. Desde 2014 atua pela seleção.

Na Rússia, deve ser uma forte opção para começar entre os 11 titulares do treinador Adam Nawalka.

 
 

 

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