Procurado pela Justiça escapa de prisão por conta de lei das eleições

05/10/2018

 

Caso ocorreu na rodovia Raposo Tavares, em Ourinhos. Os policiais rodoviários estaduais receberam informação de que havia uma pessoa suspeita caminhando pelo acostamento.

 

 
 

Um homem de 61 anos, que vive pelo mundo como andarilho mas era procurado pela justiça por crimes, escapou de ir para a cadeia por um “simples” detalhe: por ser antevéspera das eleições, qualquer cidadão só pode ser preso se for em flagrante ou por crime inafiançável. No caso do andarilho, os delitos não eram considerados graves.

O caso ocorreu na rodovia Raposo Tavares, em Ourinhos. Os policiais rodoviários estaduais receberam informação de que havia uma pessoa suspeita caminhando pelo acostamento. 

Após a consulta de sua documentação, os policiais constataram que havia um mandado de prisão contra o mesmo, sendo levado à Central de Polícia Judiciária de Ourinhos, onde a pesquisa Prodesp indicou que havia um processo com base nos artigos 129 (lesão corporal), 147 (ameaça) e 168 (apropriação indébita).

Após prestar depoimento, o “procurado” foi liberado pelo delegado com base na lei eleitoral que proíbe a prisão de eleitores cinco dias antes do pleito, ou seja, a partir desde o dia 2 de outubro, os eleitores só podem ser presos em flagrante ou para cumprir sentença condenatória por crime inafiançável. A regra vale até 48 horas após a votação.

 

 
Conteúdo: Visão Notícias
 

 

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