Levantamento aponta que só sete em cada 100 passageiros usam cinto de segurança no banco traseiro

07/08/2018

 

Em contraponto, Brasil tem um dos maiores índices de utilização do acessório na parte da frente dos veículos.

 



A resistência ao uso de cinto de segurança no banco traseiro e no transporte coletivo pode provocar, em caso de acidentes de trânsito, traumas graves como hemorragias internas, fraturas, lesões combinadas da coluna vertebral e da medula.

Somente sete em cada 100 passageiros usam o cinto de segurança no banco traseiro do carro, aponta levantamento da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego. Estes passageiros também podem se chocar contra os ocupantes dos bancos dianteiros, multiplicando as sequelas dos acidentes.

Todos os ocupantes dos veículos devem usar sempre cinto de segurança, mesmo em trajetos curtos. O Brasil tem um dos maiores índices de utilização do cinto de segurança dianteiro. Mas há que adotar esta medida de segurança também nos bancos traseiros. 

Verifique sempre todos os cintos do carro, para que estejam prontos para ser usados. E exija que todos os passageiros os utilizem.

Também seria fundamental que todos os ônibus e vans tivessem cintos para os passageiros sentados, e que isso fosse fiscalizado com rigor.

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que, além dos condutores, todos os passageiros têm de usar cinto de segurança, exceto nos ônibus de linhas urbanas que permitem o transporte de pessoas em pé.



Fonte: Visão Notícias
 

 

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