Laudo afirma que universitária foi morta por estrangulamento

04/10/2019

 

Mariana Bazza aceitou ajuda do suspeito para trocar pneu do carro, em Bariri (SP), e foi encontrada morta um dia depois em canavial. Rodrigo Pereira Alves foi indiciado por latrocínio.

 

 


A universitária Mariana Forti Bazza, de 19 anos, moradora de Bariri (SP), foi morta por estrangulamento de acordo com conclusão do laudo elaborado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Araraquara (SP) e que foi entregue nesta quarta-feira, 03, a polícia.

O documento havia sido requisitado pelo setor de investigações da Polícia de Bariri responsável pelo caso. Segundo o IML a causa da morte foi asfixia mecânica por estrangulamento.

O laudo não aponta porém, se Mariana foi ou não estuprada, mas a hipótese ainda é cogitada pela polícia. Os exames por amostragem genética que indicarão a violência sexual foram encaminhados para a capital e devem retornar entre 30 e 90 dias.

O inquérito apontando latrocínio (roubo seguido de morte) por parte do acusado Rodrigo Pereira Alves, 33 anos,  já foi encaminhado pela polícia, se os exames genéticos apontarem que o acusado também estuprou a vítima, isso será acrescentado no relatório posteriormente.

 

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Entenda o caso

A universitária foi raptada no dia 24 do mês passado logo após sair de uma academia e aceitar ajuda de um desconhecido para trocar um pneu murcho. O corpo dela foi encontrado pela Polícia Civil de Jaú no dia seguinte, em uma estrada de terra em Ibitinga.

Rodrigo Pereira Alves, de 33 anos, foi o homem que se ofereceu para trocar o pneu do carro. Ele foi preso, confessou o crime e indicou onde estava o corpo da vítima.

 
 
 
Conteúdo: Visão Notícias

 

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