Guindaste retira veículos de cratera aberta em rodovia

12/02/2020

 

Buraco interditou pista prejudicou moradores, produtores rurais e estudantes que precisam se deslocar para cidades vizinhas.

 




Um guindaste retirou, nesta quarta-feira, 12, o carro e o caminhão que caíram em uma cratera aberta na Rodovia Dona Leonor Mendes de Barros (SP-333) durante uma tempestade em Marília (SP). Um funcionário da concessionária que administra a via morreu no acidente.

O local está interditado desde o dia da queda. Segundo a concessionária Entrevias, o serviço de reparo da cratera deve demorar cerca de 30 dias, com a construção da nova drenagem e liberação da rodovia. Confira rotas alternativas.

 

Moradores ilhados

A interdição está prejudicando moradores que têm compromissos em outras cidades da região e precisam passar pelo trecho diariamente. Marcos Pereira, que é morador de Júlio Mesquita e trabalha em Marília, disse que a situação está complicada.

“A gente está ilhado. Todas as nossas saídas foram danificadas pela chuva, começando por uma ponte de Júlio Mesquita. Eu estou indo trabalhar a pé, passei pela cratera e estou esperando o patrão me buscar aqui para ir trabalhar”, conta o morador.

De acordo com a Prefeitura de Marília, cerca de 150 moradores estão ilhados e equipes serão enviadas no local para verificar a situação.

 

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Os produtores rurais da região também estão sofrendo com a interdição, pois têm dificuldades para escoar a produção para cidades vizinhas. 

“Meu marido mexe com leite. Como o caminhão de leite vai chegar aqui? Ele vem de Guaimbê para frente de Julio Mesquita e é o único que entrega para esse laticínio. Será que isso não vai prejudicar?”, questiona a produtora rural Fabiana da Rocha.


Serviço de reparo da cratera deve demorar cerca de 30 dias — Foto: TV TEM/Reprodução

 


Além disso, as crianças e adolescentes que estudam em outra cidade também estão tendo dificuldades para ir à escola. Ângela Maria Torres conta que os dois filhos dela não foram para a aula desde a interdição e que terão que ser transferidos provisoriamente de unidade.

“Eles estudam em Julio Mesquita, um em escola estadual e o outro em uma municipal. Não dá para ir lá. Aí o pessoal veio da Secretaria de Educação conversar com a gente, a respeito de uma transferência provisória para Marília no Bairro Figueirinha, que é onde conseguiram a vaga”, explica a moradora.

 

 

Conteúdo: G1
 

 

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