Empresa santa-cruzense investe em energia solar

03/06/2019

Foto: Sérgio Fleury / Jornal Debate

 

Investimento total deve superar os R$ 500 mil. Expectativa é de que valor investido seja recuperado com a economia gerada nos próximos cinco anos.

 

 

Com o objetivo de cada vez mais se tornar autossustentável o grupo Botelho é o primeiro da região a implantar um sistema sistema fotovoltaico de geração energética através de placas solares. Desde o dia 20 de maio, a Fazenda Botelho, que fabrica derivados do leite, já possui em funcionamento 400 placas capazes transformar a luz do sol em energia. 

De acordo com matéria do jornal Debate, os atuais equipamentos instalados já suprem o consumo da fazenda, mas são apenas 40% do empreendimento que, no final, deve custar cerca de R$ 500 mil em investimento.

Segundo o empresário Lourival Botelho, após a conclusão do projeto, haverá um excedente que poderá ser reutilizado na rede elétrica. Vale lembrar, que a lei determina que o excedente na geração fotovoltaica, deve entrar na rede e retornar para ser utilizada pela CPFL que distribui esta energia para outros clientes. 

 

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A CPFL por sua vez, repassa a quantidade recebida de energia em créditos ao proprietário do sistema fotovoltaico. Com esses créditos o grupo espera suprir a energia consumida pelo supermercado São Sebastião, que também pertence ao grupo. Ao todo, foram mais de três anos de estudos para que só agora, o projeto fosse implantado. 


Empresario Lourival Botelho, Grupo pretende instalar total de 1 mil placas em Fazenda.

 

A tecnologia utilizada permite que para que as placas funcionem, não seja necessário que o dia esteja 100% ensolarado, já que as placas captam os raios UV, que independem de um sol forte. Estes tipos de raios solares estão presentes durante todo o tempo durante um dia claro.

O grupo Botelho ainda deve instalar outras 600 placas na fazenda para totalizar 1 mil unidades, e com isso, diminuir ainda mais os atuais custos com energia elétrica. A tendência é que com a produção autossustentável aumentando, a taxa de energia a ser cobrada pela CPFL seja a mínima, atualmente em torno de R$ 40. 

E expectativa é de que todo o projeto de implantação leve mais dois ou três anos. De acordo com cálculos de especialistas, o empresário poderá pagar todo o investimento feito com a economia que vai obter no prazo de cinco anos. 

 

 

 

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