Cidades da região ficam fora de lista das mais violentas do Estado, aponta levantamento

15/05/2018

 

Ranking foi elaborado pelo Instituto Sou da Paz em Parceria com o Estadão onde estão elencados 138 cidades paulistas.

 


Cidades da região de Assis, Marília, Ourinhos e Tupã ficaram de fora da lista das 50 cidades do Estado mais expostas à violência. Os municípios são sedes das Delegacias Seccionais que fazem parte área de abrangência do Sincopol (Sindicato Regional dos Policiais Civis do Centroeste Paulista), que ao todo representa policiais civis de 50 cidades destas regiões.

O ranking foi elaborado pelo Instituto Sou da Paz em Parceria com o Estadão onde estão elencados 138 cidades paulistas com mais de 50 mil habitantes. 

O levantamento foi feito com base no Índice de Exposição a Crimes Violentos (IECV), que faz parte do Sou da Paz Analisa do ano passado e mensura a exposição à violência em São Paulo.

O Sincopol cita o papel fundamental de policiais civis para o bom posicionamento dos quatro municípios entre os mais seguros: Tupã ficou em 16º lugar, Marília no 38º, Assis no 69º e Ourinhos no 76º. Os índices de cada cidade foram respectivamente 12,8; 16,7; 20,8; e 21,7 – quanto mais perto de zero, melhor o desempenho.

O melhor Índice de Exposição a Crimes Violentos no ranking foi de São José do Rio Pardo, com 8,3. Já o pior desempenho do estado é do município de Lorena (54,4). O levantamento leva em conta crimes letais, sexuais e contra o patrimônio, para conferir as notas a cada cidade.

“O papel dos policiais civis nesse bom desempenho é fundamental. São eles que investigam e esclarecem os crimes, colaborando com o combate à violência. A dedicação de investigadores, agentes policiais, peritos e todos os membros da corporação inibe os marginais e protege a população da exposição aos delitos mais graves”, argumenta Celso José Pereira, presidente do Sincopol.

No entanto, o sindicalista ressalva que apesar dos policiais civis “darem o sangue no exercício do seu dever”, nas últimas duas décadas o governo do Estado precarizou a corporação, expandiu o déficit de funcionários nas delegacias e só nos últimos quatro anos a defasagem salarial é de aproximadamente 20%.

 

Celso José Pereira, presidente do Sincopol.

 

Conteúdo: Diário de Assis

 

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